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Janinha Alves posted in Toninho Gerais:
"O valor do couvert artistico está errado! O valor correto é R$ 20,00! =)"
2013-09-05T22:45:38.0000000-03:00
 
Bruno Pires posted in Pedra do Sal:
"Hj tem ?????????????????"
2012-11-16T15:01:10.0000000-02:00
 
Bruno Pires posted in Samba de Lei | Homenagem a Cartola:
"Será que hj vai ter mesmo ?????? Alguém poderia me informar ??????????"
2012-11-16T12:13:00.0000000-02:00
 
Heloísa Helena Santos Pereira posted in Trapiche Gamboa:
"Gostei, é um lugar bem carioca...vale a pena conferir!!!"
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Jorge Mayrink posted in Roda de Samba da Pedra do Sal:
""
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Tue, 01/07/2014 - Zona Portuária
Pedra do Sal
by Colaborador TodoRio

Tantos são os locais no Rio de Janeiro onde se sente a filosofia carioca. Fui convidada a experimentar um lugar onde o Morro foi feito de Samba e onde não se deixa o Samba morrer. A Pedra do Sal fica bem próxima do Porto Maravilha, na Praça Mauá, na Boca do Morro da Conceição. Um local onde a história ocupa lugar. Em tempos antigos, numa altura onde o mar banhava este morro, aqui se descarregava o Sal proveniente da Europa. Do Sal passou-se ao comércio de escravos e do comércio de escravos já na fase de abolição da escravatura passou-se a fazer deste lugar uma pequena África no Centro do Rio de Janeiro. Os ex-cravos deram uma nova vida a esta Pedra. Aqui levaram a alegria das suas raízes e proporcionaram momentos onde a dança e a música negra imperavam. Há quem diga que foi aqui que o samba deu os primeiros passos, que aqui nasceu o samba urbano carioca, os sambistas, os antigos ranchos carnavalescos até o próprio Carnaval. 

Por dentro de uma rua antiga vai-se olhando para as paredes, para as pinturas que avivam a alegria deste lugar. O cinza das escadas, da pedra, do chão contrasta com as cores vivas dos desenhos presentes em volta da Pedra. Desde o senhor que toca cavaquinho de forma alegre e humilde, os pássaros desenhados num branco que prova que o amor aqui se traz, até à placa onde se lê a história da Pedra que faz com que os mais curiosos dêem sentido ao lugar onde estão. Começando a ver os desenhos nos edifícios laterais, temos junto a eles um conjunto de escadas do lado esquerdo que permitem chegar ao edifício onde as aulas de samba se dão, onde em tempos de grande agitação e roda de samba, se tem uma perspectiva ampla de todo esse lugar.

No edifício das aulas de Samba os desenhos que nele existem têm mensagens de liberdade, de vida e de igualdade. Mensagens que convidam qualquer um a entrar. No meio, junto à Pedra, é desenhada a roda de samba que juntamente com os bares que nela se fundem animam as Sextas-Feiras. Do lado direito a Pedra íngreme sobe bem alto até aos prédios que fazem parte desta sua arquitectura. Em dias de roda de samba, esteja sol ou até mesmo chuva nada impede de se ouvir um bom samba de raiz que faz os cariocas e turistas animar. A Pedra de cinzenta passa a estar cheia de pessoas que todas juntas cantam em coro a música que a roda vai entoando. O acompanhamento está feito. Centenas de pessoas se encantam e se juntam ao bom espírito presente nesta Pedra. 

Todas as terças-feiras é dia para aprender um pouco do Samba de Raiz. As aulas do Batuque do Wagninho são abertas a todos, independentemente do género, classe social, cor, estilo e país. Aqui o samba é de todos e a democracia de quem o ensina prova que não há limites nem barreiras culturais para aprender. A contribuição é ajustada ao que se aprende (20 reais por aula) e a liberdade que ali se sente faz das terças-feiras uma boa rotina difícil de se quebrar. Pode já saber-se muito, pouco ou até nada, no entanto, nestas aulas de convívio multicultural aprende-se a história de sons de tempos antigos que por ali passaram.

Nestas aulas, os Instrumentos Tradicionais Brasileiros brilham e fazem a festa dos que ainda estão a aprender. Os pandeiros, em grande número, assumem o papel de agitar a galera colocando a vontade de sambar nos seus pés. Os Tamborins marcam o ritmo, num passo agitado e bem coordenado. O cavaquinho é solista e denota-se no grupo. As vozes aprumam-se para cantar o Samba da Liberdade. Desce-se as escadas, faz-se a roda na pedra e sente-se que o Samba de Raiz liga-se mais uma vez a este lugar. Onde o Samba não tem cor e onde o Samba faz as delícias de quem o quer ouvir e tocar.

 

Por Carina Alentado

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Portuguesa, apaixonada pelo Rio de Janeiro. Escrever é para ela recordar e fotografar é sua a nova forma de se expressar. Gosta de viver na cidade maravilhosa e das alegrias que as suas paisagens lhe transmitem. A dança e a gastronomia são os seus momentos de descontração. Adora o otimismo com que se fala no Rio. "Valeu" é a expressão que mais gosta de utilizar e agradece todos os dias a oportunidade de aqui ficar.

 

 
Wed, 20/11/2013 - Zona Portuária
A histórica fábrica da Bhering
by Conexão Cultural

O #RioEuTeAmo foi visitar a antiga fábrica da Bhering, uma lenda secular no coração do Rio de Janeiro. Localizada no Santo Cristo, bairro da região portuária do Rio de Janeiro, a Bhering, fundada em 1930, funcionou a todo vapor como a primeira fábrica de doces e chocolates do Brasil, com direito a criações emblemáticas como seu chocolate em pó, toffees e balas boneco.

Caminhando para a falência, no início dos anos 2000, se instalou o drama: o que fazer com o prédio? Afinal, o colossal legado que a Bhering deixou para a cidade soma nada menos do que 18 mil metros quadrados, que ocupam um extenso quarteirão do bairro. Por mais de 10 anos, a fábrica ficou em plena decadência e abandono, com direito a vidros quebrados e marcas do tempo, como velhos maquinários da indústria de doces. Hoje, ela continua desse mesmo jeito, mas ganhou uma nova vida em seus corredores: a arte. 

Pegando carona na revitalização da Zona Portuária e na pacificação de favelas – que, diga-se de passagem, antes deixavam a Bhering no fogo cruzado –, o espaço onde funcionava a fábrica virou reduto das artes plásticas cariocas, recheado de ateliês onde são produzidas obras que caminham pelas mais diversas estéticas, desde o bem humorado street art de Rodrigo Villas até densa arte contemporânea de Beatriz Carneiro

Beatriz, aliás, uma carioca apaixonada pelo Rio e pela Bhering. Descalça, comendo uma maçã e com o cabelo amarrado num coque, “Biti” me recebeu no seu cantinho criativo, no último andar da fábrica. Para começar o papo de amor entre ela, a Bhering e o Rio de Janeiro, abaixou a deliciosa música que embalava seu universo particular e se afundou numa poltrona de frente para o que chama de “vista para o mar”. “Só entende quem é artista plástico”, se diverte. A “vista para o mar”, na verdade, é o que chamam de pombal: uma das muitas amplas áreas da fábrica, toda cinza e empoeirada, com algumas máquinas abandonadas e pé direito altíssimo. Seria assustador se não fosse inspirador: por de trás de cada janelinha entra um vigoroso raio de sol, deixando lindos rastros de luz.

E toda essa atmosfera instigante influencia diretamente o trabalho da artista. “A maioria das minhas obras eu fotografo aqui, e as fotografias viram outras obras, tendo a Bhering como um pano de fundo essencial para elas”, conta Beatriz, que criou uma pele transparente especialmente para ser exposta e clicada nas paredes da fábrica. Membro da Assossiação Orestes 28 – nome em homenagem ao endereço da Bhering –, criada por quase 100 dos artistas locatários afim de se inteirarem na discussão e brigarem por sua permanência na fábrica, Beatriz concorda que a presença de artistas valoriza muitíssimo a área. É uma situação completamente inusitada, um coletivo de ateliês agrupados em um prédio grandioso, produzindo arte e cultura. Mas em tempos de “Porto Maravilha” e dos grandes eventos, a especulação imobiliária dessa região ameaça e muito a permanência desses artistas.

E o embate segue acalorado: a Bhering vem atravessando fases complicadas, encarando leilões e dividindo opiniões entre seus rumos na iniciativa pública e privada. Pelo menos para Beatriz, uma coisa é certa: “vivo aqui e meu trabalho também. Quando eu tiver de deixar a Bhering sei que esse lugar vai ter me marcado profundamente”.   ?

Depois de voltar de Genebra, Suíça, onde morou por 15 anos cursando artes plásticas, o sentimento de Beatriz pela cidade só aumentou, como uma carioca que ama o Rio muito além dos cartões postais. “Gosto do cais assim meio em ruínas, adoro ir até São Critovão, acho um bairro curioso, cheio de galpões legais – tem um barzinho ótimo ali perto do clube do Vasco! Eu acho que sou das poucas que gosto do teto da perimetral, acho totalmente cinematográfico. Ainda tem a CADEG, o Mercadão de Madureira…”, se delicia a artista. “Isso sem falar das pessoas: no Rio tem muita gente legal, pequenos comerciantes, garçons e vendedores muito especiais, que adoram conversar sobre todos os assuntos. Uma amiga minha chama essas pessoas de ‘os filósofos’ do Rio”. “O que mais me inspira no Rio é essa mistura de natureza exuberante com um cenário urbano louquíssimo, essa mistura de arquiteturas e culturas misturadas. Essa bagunça  do Rio tem seu charme e um  lado incrivelmente inspirador”, finaliza.   

A Bhering abre suas portas na época de eventos como o ArtRio, com festas e ateliês de portas abertas. Fora isso, visitas podem ser agendadas diretamente com os artistas pelo site da antiga fábrica.

por Mateus Habib (#rioeuteamo)

 
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O Conexão Cultural é uma organização que promove acesso e conteúdo na área cultural, por meio da integração entre as mais diversas formas de arte - O intuito é integrar cultura no dia a dia das pessoas, e aproximá-las da cultura brasileira e mundial, dos espaços culturais e espaços públicos, oferecendo novas dinâmicas de sociabilização, valorizando a troca de experiências, estimulando a curiosidade e a criatividade das pessoas.

History
Zona Portuária

Port Area

Unificamos under the name of the port zone, because they are very small, three regions in the vicinity of the port, traditionally known as the Gamboa, health and the Praça Mauá.

Gamboa

The Gamboa was area of great importance in the history of the city. Era in Gamboa that it was the slave trade. Was there also that arrived the large ships, bringing all kinds of goods. It was still in Gamboa who emerged the roots of Carnival, with the ginga and the macumba of slaves.

In its literal sense, Gamboa means region near the ocean, which, high tides, gets flooded. This was the Gamboa carioca, the part of the Centre of the river that had greater contact with the sea.

During the 19TH century, much of the nobility lived in Gamboa, in country houses and palaces. The neighborhood was also the favorite of the great English traders established in the city, who sought to be close to the Centre and the harbour.

In the early 20th century, grounding works and sanitation away Gamboa of the sea. With this, the region declined from its status as nobility. The construction of the elevate da Perimetral contributed even more to the devaluation of the neighborhood.

The Gamboa today stands by focus old buildings and historic flavours, such as the British Cemetery. But not only of monuments live region. On the other hand, the pubs and bars of Gamboa present what's best in samba and choro; another huge clubbing Harbor an intense nightlife, to the very house and trance. Mixing a little of everything, the Gamboa has conquered the important cultural pole position.

In the heart of Gamboa, the city of Samba works since 2003 as stronghold of Carnival. Throughout the year, the on-site work follows a pace, to the creation of grandiose floats and colourful fantasies that animate the catwalk in the Sambadrome.

Praça Mauá

One of the Poles early development of Rio de Janeiro, the Praça Mauá is among the hills São Bento and Conceicão. Only with this information, it is already possible to conclude how much history the square loads: on the one hand, the monastery which is symbol of Baroque carioca; on the other, the hill that housed the fortress and the Bishop's Palace.

In the center of the square is the statue of Irineu Evangelista de Souza-Barão de Mauá, inaugurated in 1910. The Baron of Mauá was the largest 19TH century entrepreneur and one of the great responsible for Brazilian industrialization.

Health

Largo da Prainha

Largo da Prainha draws attention by the historic buildings that are on it. The Igreja de São Francisco da Prainha, completed in 1748, is the most important and charming them.

Today, the Largo is stronghold of sambistas and appreciators, littering the streets in order to attend rodas de samba, the most important of which is organized every month by blocos Slaves of Maua.

Morro da Conceição

In Morro da Conceição was built Fortaleza da Conceição, responsible for defending the city against attacks from the French. Despite having one of the most powerful artillery of the time, the fortress was only used once at the behest of Don Francisco de São Jerônimo.

Nowadays, the Morro da Conceição is a pleasant place for a walk. Its cobbled streets are home to a multitude of bars and restaurants which, in many cases, still have the same past century façade.

Pedra do Sal

Located at the seaside at the foot of Morro da Conceição, was in the stone of salt that came to the city all the salt coming from Europe. The site was a meeting place for slaves and immigrants, and was the scene of important social movements.

In the early 20th century, the Pedra do Sal was considered sacred, and there happened great feasts and drumming with hearty offerings. Even today, the Hill if firm as important cultural point. Ali congregate sambistas, whiners and Bohemians, and onsite events take place, such as o Samba da Pedra do Sal, which happens every Monday.

Important points of the port zone

  • Morro da Conceição (Health)
  • Fortaleza da Conceição (health)
  • Largo da Prainha (health)
  • Pedra do Sal (Health)
  • Nossa Senhora da Saúde (health)
  • Cemitério dos Ingleses (Gamboa)
  • Monastery of São Bento (Praça Mauá)

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